Divagações
Há dias em que não consigo limitar meu pensamento nos meus deveres, preciso explorar meus sentidos. Hoje é um desses dias. Esses dias me angustiam, porém não consigo desgostar desses segundos que transmito todas essas idéias ao papel. O sol está brilhando lá fora, penso em sair para caminhar e ver gente, mas sei que tenho obrigações que me impedem de tal satisfação. Sinto falta dos dias que meus compromissos eram outros, mas sei que aquele tempo não volta mais.
Existem cicatrizes abertas em mim desde aqueles tempos de infância. Ainda lembro dos risos inocentes ecoando em meus ouvidos daqueles que, um dia, me ironizaram. Guardo essas lembranças com carinho, pois elas ajudaram a me moldar. Lembro de quando eu não era tão amarga, quando acreditava nas pessoas e não questionava suas boas ações. Infelizmente, minha ingenuidade está (cada vez mais) extinta. Com o passar do tempo, passo a questionar mais, duvidar mais e, assim, vou me tornando, lentamente, mais curva e ácida.
Naquele tempo, eu era tão plana, tão simples...Todavia, essa simplicidade era renovadora. Hoje, meu eu me satisfaz de forma vazia. Então, resolvi encarar o inesperado já que a tormenta não me deixa descansar.
Adormeci.
Existem cicatrizes abertas em mim desde aqueles tempos de infância. Ainda lembro dos risos inocentes ecoando em meus ouvidos daqueles que, um dia, me ironizaram. Guardo essas lembranças com carinho, pois elas ajudaram a me moldar. Lembro de quando eu não era tão amarga, quando acreditava nas pessoas e não questionava suas boas ações. Infelizmente, minha ingenuidade está (cada vez mais) extinta. Com o passar do tempo, passo a questionar mais, duvidar mais e, assim, vou me tornando, lentamente, mais curva e ácida.
Naquele tempo, eu era tão plana, tão simples...Todavia, essa simplicidade era renovadora. Hoje, meu eu me satisfaz de forma vazia. Então, resolvi encarar o inesperado já que a tormenta não me deixa descansar.
Adormeci.


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